Cientista de Playlists

cientista de playlists

Mais sobre a profissão

Modalidades:

Teletrabalho, Presencial

Matérias relacionadas:

História da Cultura e das Artes Oficina de Artes Sociologia

Idiomas:

Espanhol, Francês, Inglês, Português

O cientista de playlists é o profissional que seleciona um conjunto de músicas a recomendar ao grande público. Ele é, portanto, uma pessoa capaz de analisar as músicas e escolher as melhores, agrupando-as, e depois divulgadas a um público determinado.

Para quem adora passar o dia a ouvir música e descobrir novas sonoridades e artistas, esta pode, com toda a certeza, ser uma profissão fantástica.

Além de teres a oportunidade de conhecer músicas que o grande público ainda não conhece, vais ganhar dinheiro com isso! Não é maravilhoso?

Pois é! Se adoravas entrar nesta carreira, estás no sítio certo! Aqui vamos mostrar-te o que faz um cientista de playlists, como é o seu dia a dia de trabalho, as saídas profissionais, assim como outras informações importantes.

Vens connosco?

O que faz um Cientista de Playlists?

O cientista de playlists seleciona músicas para depois recomendá-las às pessoas. Para fazer a seleção, é importante que este profissional tenha conhecimento sobre música, incluindo sobre teoria musical.

Este profissional é capaz de lançar e antever tendências no mercado, pois é ele que escolhe as músicas a divulgar numa determinada playlist.

Essas playlists são direcionadas para um determinado público. Por exemplo, podem ser músicas para serem ouvidas durante a meditação, durante os treinos, ou para um bar alternativo. Assim, o cientista tem de escolher a melhor sonoridade e selecionar, entre várias músicas, as melhores.

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Quais as suas funções

O cientista de playlists tem como principal função selecionar as músicas que serão incluídas numa playlist, a qual será posteriormente divulgada ao grande público.

O seu dia a dia passa por analisar músicas (estas são recolhidas através de um algoritmo, na maior parte dos casos) e, de entre essas, escolher aquelas que melhor reúnem as características que podem agradar o público ao qual se destinam.

A escolha destas músicas não segue um padrão ou regras rígidas. Pelo contrário, a escolha é subjetiva, tendo como base a experiência anterior, a qual lhe permite saber quais as músicas terão mais “aceitação”.

Depois desta primeira seleção, o cientista de playlists faz um ajuste no código, para que este selecione as músicas para a playlist.

Como é óbvio, este é um trabalho que envolve várias pessoas da equipa e, portanto, é comum que o cientista se reúna com outros profissionais no seu dia a dia de trabalho, até para que todos estejam em “uníssono”.

Saídas no Mercado de Trabalho

O cientista de playlists tem como função selecionar títulos de músicas que irão ingressar em diferentes playlists. Sendo assim, podem trabalhar em plataformas de música (como a Pandora, Spotify, entre tantas outras), na rádio (embora na maior parte das estações as músicas sejam escolhidas pelo próprio locutor), assim como em todas as empresas que necessitem criar playlists (como empresas que criam apps com conteúdo musical).

Esta é uma profissão ainda pouco conhecida e a verdade é que o mercado de trabalho não é “quente”.

Com um investimento maior em aplicações na internet, temos assistido a uma maior procura deste profissional. No entanto, costumam trabalhar como profissionais freelancers, atuando para projetos de curta duração.

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Como entrar na carreira de Cientista de Playlists?

Para te tornares cientista de playlists, tens de ter grande conhecimento na área da música, principalmente no que diz respeito a tecnologia musical. Mais do que saber tocar um instrumento, terás de ser capaz de perceber tendências musicais, teoria musical, assim como determinar as músicas que melhor se adaptam ao público.

Por exemplo, se tiveres de criar uma playlist para uma app de meditação, tens de ser capaz de escolher os títulos que levarão as pessoas a um estado de leveza, afastando a ansiedade e o stress do quotidiano.

Esse trabalho envolve, com toda a certeza, uma capacidade auditiva e sensitiva gigante, mas também um conhecimento musical alargado para chegares aos melhores títulos.

Um curso na área da música é, portanto, essencial se quiseres seguir a carreira de cientista de playlists. Um doutoramento em tecnologia musical é, sem dúvida, valorizado e pode fazer a diferença no teu futuro profissional.

Onde estudar para Cientista de Playlists?

Como dissemos, ter conhecimentos em música é muito importante e, por isso, se quiseres seguir a profissão de cientista de playlists, ter um curso superior na área é essencial.

Aqui, reunimos alguns cursos que podem ser interessantes para ti. Ora dá uma vista de olhos!

Portugal:

Brasil:

Se gostaste da profissão de cientista de playlists e adoravas seguir esta carreira, então investe muito na tua formação, pois fará toda a diferença no teu futuro. Dedica-te bastante, pois todo o esforço valerá a pena. Sucesso!

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